Brasil cresce na hora certa, vence a Escócia por 3 a 0 e avança em 1º rumo ao mata-mata
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Com retorno de Neymar, brilho de Vinícius Júnior e a confiança renovada, Seleção encara o Japão ou a Suécia na próxima segunda-feira, 29, às 14 horas (Horário de Brasília)
Quando a camisa amarela encontra confiança, o mundo volta a olhar diferente para o Brasil.
Na tarde desta quarta-feira, a Seleção Brasileira deu um recado claro para a Copa do Mundo de 2026: está viva, forte e crescendo no momento mais importante da competição. Com autoridade, talento e futebol envolvente, o Brasil venceu a Escócia por 3 a 0, confirmou a liderança do Grupo C e garantiu presença no mata-mata com moral elevada.

O grande nome da partida foi Vinícius Júnior.
Em mais uma atuação de protagonista, Vini chamou a responsabilidade, acelerou o jogo, rompeu linhas e marcou duas vezes, sendo decisivo para construir uma vitória que empolgou o torcedor brasileiro. O atacante vive fase iluminada e assumiu o papel de referência ofensiva de uma Seleção cada vez mais coletiva e confiante.
Mesmo diante de uma Escócia fechada defensivamente, o Brasil teve paciência, criatividade e intensidade para transformar posse de bola em oportunidades reais. O terceiro gol veio com Matheus Cunha, coroando uma atuação segura e dominante.
Mas a noite reservava outro momento especial.
Depois de um longo período de expectativa, Neymar Júnior voltou a vestir a camisa da Seleção e reencontrou os gramados. Foram pouco mais de 15 minutos suficientes para reacender o entusiasmo do torcedor. Com movimentação leve, participação ativa e sinais de recuperação do ritmo competitivo, o camisa 10 mostrou que ainda pode ser uma peça importante na caminhada brasileira.
Também no segundo tempo, Endrick entrou e acrescentou energia e velocidade a um time que demonstra cada vez mais opções ofensivas. Agora, o Brasil vira a chave.
Classificado em primeiro lugar do Grupo C, com o Marrocos avançando na segunda colocação, o próximo desafio já está marcado: segunda-feira, dia 29, às 14 horas, contra o Japão ou Suécia.
O mata-mata chegou.
E o Brasil chega diferente: mais organizado, mais intenso e, principalmente, acreditando novamente que o sonho do hexacampeonato pode ser escrito com futebol, personalidade e coração.
Jornalista Dela Oliveira / jornalistadelaoliveira@gmail.com
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